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Como defines a Prostituição feminina?

«Adriana, 19 anos»
Defino como uma forma de sobrevivência no início e como um ciclo-vicioso no desenrolar da profissão, se é que se pode designar como profissão.
«Luís, 24 anos»
Sendo a profissão mais antiga do mundo, apoio totalmente a sua legalização.
A prostituição feminina é compreensível, no meu ponto de vista, dependendo do contexto em que a prostituta se insere. É uma forma rápida e fácil de fazer dinheiro, e no mundo capitalista que encontramos hoje em dia, temos de compreender este fenómeno.
«Eva, 20 anos»
Para mim, é o uso do corpo como instrumento de trabalho, é algo delicado e, por vezes, incompreendido pelas pessoas. É algo pouco sensibilizador e, por vezes, promíscuo para a grande parte da população.
«Sofia, 21 anos»
Mulheres que vendem o corpo para dar prazer a um homem/mulher.

Qual é a imagem que tens da prostituta?

«Adriana, 19 anos»
Acima de tudo, é um ser humano e fez a sua opção de vida, seja por prazer, seja para sobreviver. Portanto, não pode nem deve haver qualquer tipo de discriminação.
«Luís, 24 anos»
Não tenho nada contra as prostitutas, até porque muitas delas acabam por se tornar úteis, de uma certa forma. Muitos homens encontram nas prostitutas aquilo que não encontram em lado nenhum.
«Eva, 20 anos»
Eu não concordo nem discordo com a prostituição.
Acho que é uma opção pessoal que deve caber a cada prostituta tomar.
Acredito que muitas prostitutas o fazem por necessidade, tornando-se, com o tempo, um hábito fácil de conseguir dinheiro.
Pode-se distinguir a prostituta de rua das outras, sendo esta uma prostituta com quase nenhuma ou mesmo nenhuma higiene pessoal. Para mim, a prostituta de rua é degradante.
«Sofia, 21 anos»
Uma imagem má. É um estado de decadência a que a mulher, por imposição ou escolha, chega.
Concordas com a sua legalização?

«Adriana, 19 anos»
Não, não concordo.
«Luís, 24 anos»
Sim, concordo.
«Eva, 20 anos»
Concordo, pois não deixa de ser uma opção e uma liberdade que cada qual tem direito.
«Sofia, 21 anos»
Não tenho ainda uma opinião formada.
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2 Comments

  1. Anabela, gracias por tus comentarios en mi blog. Sí, pertenezco a una asociación, Comisión 8 de marzo, de Murcia. Somos un grupo de mujeres comprometidas con el feminismo, unas pertenecen a partidos políticos, otras a sindicatos, asociaciones diversas, y otras son independientes. Estamos realizando acciones en la calle y en los medios de comunicación contra la violencia contra las mujeres, contra el machismo y a favor de la igualdad, por una nueva mentalidad social y un cambio de estructuras sociales. Es difícil, pero hay que hacerlo. Me alegra que haya mujeres como tú en esta idea.
    Verás que en mi blog hay una serie de enlaces, puedes entrar y encontrar muchas y muy interesantes materiales sobre el abolicionismo. En mi blog tengo, aparte del artículo que has leído, “¿Por qué le llaman sexo si es poder?”, otro artículo llamado “¿Un trabajo cualquiera?” y uno básico, “Violencia contra las mujeres”. Puede que te interesen. Próximamente subiré uno llamado “La violencia más antigua del mundo”; aún tengo que esperar a que lo publique el periódico para no machacar la novedad.
    Volveré con frecuencia a tu blog. Me parece muy interesante y valiente.
    Saludos feministas
    Fuensanta
    Seguimos en contacto

  2. EU acho que minguem tem aver o que elas querem ou não querem se elas escolhero ese canilho quem somos mos para jugalas,muitas porque não yem opção de vida e vai para a prostituiçao e outra e só po esporte,cada uma delas tem o seu valor.


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