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A comercialização de seres humanos surge como a terceira actividade criminosa mais lucrativa do mundo, antecedida pelo tráfico de drogas ilícitas e armas.
De acordo com as Nações Unidas, o número de pessoas vítimas de tráfico humano oscila entre os 2 e 4 milhões. Anualmente, no espaço europeu são traficadas 500.000 pessoas, das quais uma fatia substancial é constituída por mulheres e adolescentes, que encontram na prostituição o seu destino final.Ninguém se predispõe a ser traficado! É ludibriado (com falsas oportunidades de emprego ou estudo), chantageado e/ou coagido a entrar num ciclo pungente, cuja saída pode depender de ti.
Se tiveres conhecimento de alguém que é vítima de tráfico ou simplesmente pretendes obter mais informações, contacta as seguintes entidades:
APAV:
Tel.: 707 20 00 77
E-mail: apav.sede@apav.pt

ACIME:
Tel. 808 257 257

Anabela Santos

4 Comments

  1. E apesar de concordar com a base do vídeo e do post…não posso deixar de discordar da expressão “sexworkers”. Ninguém pede para ser vítima de tráfico humano, mas certamente, quando o são, se antes lhes dissessem: queres ir para a turquia e tornares-te prostituta, parece-me que a resposta seria também negativa.
    Até porque, a prostituição, maxime para os países onde esta foi legalizada, é o destino último de mulheres, homens e crianças traficados.
    Como tal, “sexworkers” não é, nem poderá ser, da minha perspectiva, claro, adjectivo ou profissão. É escravatura. Ao serviço de quem explora e quem trafica.

  2. hola de nuevo, repito: este es un excelente blog. Me gustaría poder leerlo sin el traductor 🙂 debería de aprender portugués…

  3. Comercializar um produto é em primeira instancia, obter o maximo possivel que é o mesmo que dizer alcançar níveis maximos de eficiencia. os gestores defendem que toda a produtividade está na base de maximos ganhos com o minimos de custos. No entanto, a Economia Paralela nao sabe o que comercializa, sabe apenas o que ganha. Ou seja, a flexibilidade, a simplicidade e o desempenho organizacional nao entram na optica da cultura da empresa, pois estes pequenos produtores têm apenas um fim:fazer parte de um modelo em tudo capitalista e em nada democratico. O que comercializam? Aquilo que socialmente é considerado ilicito. Se a droga,as armas e outros equipamentos disfuncionais nao têm valor real, assim, ao comercializarem as mulheres tornam a este mercado ainda mais competitivo e desigualitario. Nao se trata de uma parte, de uma invençao virtual, trata-se de uma relidade humana. Ou seja, transaccionar corpos,será destruir a humanidade. Se é escravatura ou trafico não sei, apenas sei que chegamos ao cumulo de nao perceber o que são objectos de mercado e o que sao objectos privados. Porque tornar publica a coisa privada, é deformar aquilo que se é… Estamos perante uma mácula social, uma mancha… Mas ainda que começamos a perceber que nem todos os dias é Carnaval,ou seja, que nem todos aprovam as mascaras de ferro…

  4. iaconselho-vos o filme “8MM” com nicholas cage! Vejam, é be,m real e duro!
    Vejam o link, ele deu há pouco na tv.http://www.imdb.com/title/tt0134273/


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