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O Movimento Democrático de Mulheres (MDM) enviou para o nosso e-mail o seguinte comunicado, o qual fazemos questão em divulgar:

“Porque o aborto continua clandestino em Portugal, apesar das recomendações das Nações Unidas e do Parlamento Europeu no sentido de garantir o acesso e o direito de escolha sobre a IVG, o MDM – Núcleo de Faro pretende que o dia 28, Dia Nacional de Luta pela despenalização da IVG, seja o culminar de uma série de actividades relacionadas com a Campanha Nacional de recolha de assinaturas de pessoas que reclamam uma nova lei, que despenalize o aborto até às 12 semanas.
A despenalização do aborto é a única forma de garantir às mulheres o direito de escolherem e decidirem, como pessoas livres e emancipadas, quando desejam e querem assumir a maternidade.
Porque as mulheres pensam, deliberam e exigem decidir sobre todos os aspectos da sua vida, o Núcleo de Faro do MDM decidiu realizar no dia 28 de Junho de 2006, na Rua de St.º António, junto à ZARA, uma sessão pública, alertando a população, e em especial as mulheres, para a necessidade de se acabar com o aborto clandestino, que agride a dignidade das mulheres, expõe a sua intimidade e as penaliza e consciencializando-a para esta temática tão problemática no nosso país, com banca para recolha de assinaturas, entre as 17 e as 19h00, de todas e todos os que não se conformam com esta lei injusta.
Assim, convidamos todos os órgãos de Comunicação Social para uma conferência de imprensa, na Rua de St.º António (junto à Zara) a partir das 17h00.
É importante não esquecer que o Movimento Democrático de Mulheres tem um papel importantíssimo nesta luta, pela qual já deu a cara tantas vezes.
Se desejar confirmar a sua presença contacte para o telem. 918906815″.
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3 Comments

  1. Desde que a seguir apresentem propostas de Referendo em relação à legalização dos casamentos homossexuais e das relações poligâmicas, estou de acordo com resolução da questão do aborto através de Referendo.

    Ou, quando chegar o momento de decidir acerca de casamentos entre indivíduos do mesmo sexo, não vai haver referendo?

    E podiam fazer também um referendo acerca do TGV e do Aeroporto da Ota, outro sobre a proibição de fumar nos restaurantes, outro para decidir se os portugueses querem receber menos dinheiro de Reforma, outro sobre… outro…

    Expliquem-me lá – como se eu fosse muito, muito, muito burro – se nem a adesão de Portugal à CEE nem a Constituição da República (na sua versão original ou mas subsequentes revisões) foram sujeitas a Referendo, porque carga de água a Regionalização e o Aborto têm de ser referendados?

    Náo somos ouvidos nem achados nos alicerces mas querem a nossa opinião sobre o telhado?

    Manuel F. Ribeiro
    AbaNação

  2. se calhar devias ler os posts que comentas…

  3. gostaria de afirmar que participei na campanha para o referendo pelo sim
    em conjunto com outras mulheres e a campanha do não foi dificíl.
    mas a força da razão foi maior que toda aquela campanha de mentiras, de demagogia uilizada pela própria igreja e estado, fingindo ser pela vida e na prática as politícas utilizadas por este mesmo estado com a caridadezinha da igreja, vão dando esmolas e migalhas fingindo que acreditam que as crianças que estão para nascer se criam só com esmolas e migalhas. Portanto ,
    viva o M.D.M., vale sempre a pena lutar, vamos continuar e venceremos com a força da nossa razão.


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