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No dia 22 de Setembro de 2006 decorreu em Santo Tirso, no auditório Engº Eurico de Mello, o seminário “ Estratégia de mudança para uma igualdade entre Mulheres e Homens” promovido pela Associação de Solidariedade e Acção Social de Santo Tirso (ASAS), ao qual O Mal da Indiferença não faltou.
Contou com a presença de eurodeputada Elisa Ferreira, da deputada Maria Odete Santos, do Dr. Manuel Carlos Silva, entre outros.
Foi apresentada a avaliação do projecto “Agir em igualdade” que teve como principal objectivo a informação e a sensibilização para a mudança de atitude no contexto do mercado de trabalho e reflexão sobre a temática igualdade de oportunidades.
Dr.ª Iolanda Ribeiro do projecto “+ mulher” do Espaço T, referiu a ideia generalizada que a mulher no mercado de trabalho já possui imensos direitos, mas alertou que o principal problema não eram os direitos adquiridos mas sim a sua falta de aplicação na realidade.
Destacou-se ainda as novas estratégias e os novos desafios para a igualdade de oportunidades, bem como a conciliação da vida familiar e da vida profissional no qual os papéis de género tem o seu relevo.
A necessidade de investimento em novas empresas e a formação profissional foram apontadas pela eurodeputada Elisa Ferreira como os principais desafios para o quadro empresarial português, no qual destacou a importância fundamental das mulheres, como maioria têm um papel fulcral no desenvolvimento do país.
O docente da Universidade do Minho, Dr. Manuel Carlos Silva, destacou o maior desemprego e precariedade do trabalho para o sexo feminino, bem como a constante discriminação quer no contexto laboral quer no contexto familiar que ainda sofre muitas mulheres.
Coube à deputada Odete Santos dissertar sobre os estereótipos de género; discordou com a designação de “Direito a Diferença”, substituindo-o pelo “Direito a Igualdade”. Desmistificou os recentes estudos que atribuem capacidades inatas ou genéticas aos dois sexos ao que ela designou por “Invasão da biologia pela ideologia”. Assim, para ela a ideia de que os homens têm mais tendência para as ciências e maior dom para a orientação, e as mulheres capacidade de praticar mais do que uma actividade ou são mais sensíveis por natureza não fazem sentido, só contribui para estereótipos e para ideias generalizadas sobre grupos.
O seminário foi muito informativo, e permitiu a alerta para vários temas de interesse sobre a igualdade de oportunidades, bem como o conhecimento de vários projectos e associações sobre esta temática.
Da minha parte agradeço o convite que nos foi dirigido e a esperança de novas oportunidades para debate de temas tão essenciais.
Sylvie Oliveira
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One Comment

  1. imagino que tenha sido fixe mas como de questume kendo esta escrito em portuguese custa me mais a entender. Mas deu para eu perseber o k se disse mais o menos.
    Aqui volto a dizer o interesso de estar tambem as vossas intrevistas e encontros em outras linguas para mim logico seria o françes. Mas SIM as mulheres ja chegam o nivel dos homens. Mesmo na politica que é um meio muito masculino para o meu gosto. Força meninas lutai por vos e por nos MULHERES. Ont a tous les même droit ont né libre et egaux. Beijos


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