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Nos termos da história entende-se por Genocídio “todo o crime contra a Humanidade, passando pela destruição de grupos nacionais, étnicos, raciais, políticos ou religiosos”. Na linha de pensamento simbólico, este processo mortífero, inclui actos que passam pelo impedimento de um desenvolvimento natural, livre; ou seja, há uma constante ameaça biopsicosociocultural, há um processo de aculturação, de influência por destruição. Este aspecto equipara-se ao conflito de género: a ideologia e perseguição masculinas tentam encorajar, as sociedades actuais e vindouras, por razoes de ideologia, de oportunismo e de não aceitação da irregularidade de género assim como da ascensão feminina nos campos laboral, cultural, politico, educacional, etc. Ora, a estática social / a dinâmica social / o equilíbrio social ditam – nos alguns aspectos pouco compreensíveis em fenómenos de manifestação da realidade social: a situação da mulher é precária e não tende a melhorar devido aos seus altos índices de pobreza (as mulheres em relação aos homens encontram-se num patamar abaixo das condições de vivência, ou seja, são aquelas que menos ganham mesmo no desempenho das mesmas funções masculinas); as mulheres são vistas como iletradas funcionais em relação aos homens na medida em que as oportunidades educativas e de mercado apostam no processo da selectividade, isto é, o rosto da organização e das relações sociais, educativas e politicas é masculinizado.
Na acepção da patologia social (permanência, durabilidade, ausência de alterações, normalidade) há dois sentidos dos estilos de vida que estabelecem a diferenciação entre os dois sexos: o público pertence ao homem, porque a ele é concedido o papel de patriarca sendo este aquele que controla, que usa, que subjuga, que oprime e orienta o privado, isto é, a mulher. A esta ultima está ligado o mecanismo de enclausuramento, de fechamento, de âmbito doméstico enquanto que o homem se insere no campo ou mecanismo de monotorização (de força física, de racionalidade). O pânico moral dita nos ainda um aspecto influente: as tarefas de base são desempenhadas pela massa mais débil, dizem, em acréscimo, as bocas da marginalização e as tarefas de topo, de privilégio são desempenhadas pelo sexo oposto. Ora, na prática continuam a existir grandes diferenças entre as horas dispendidas pelos homens e pelas mulheres em trabalho profissional e em trabalho doméstico, numa análise relativa, feita por Anália Torres.
Desigualdade de género
Dados mundiais
População:Homens: 49%
Mulheres:51%
Trabalho mundial (produtivo+reprodutivo+gestão comunitária):
Homens:30%
Mulheres:70%
Salários em circulação:
Homens:90%
Mulheres:10%
Meios de produção:
Homens:99%
Mulheres:1%
Cúpula do poder formal:
Homens:96%
Mulheres:4%
População pobre:
Homens: 1/4
Mulheres: 3/4
População analfabeta:
Homens: 1/3
Mulheres: 2/3
O sistema de marginalização tradicional reporta-se à ideia de anomia de género,ou seja, vivemos num estado de estranheza, num estado alienado, que saí fora de si e não entende as linhas dos rótulos convencionais. Marginalizar é antes de tudo organizar um espaço de vazio social, de irregularidade nos termos de género.
Ana Ferreira
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2 Comments

  1. hola, tienes una página muy buena, el feminismo tiene que interesarnos a todos.

  2. Marginalizar é tirar vida ao ser humano!!! desigualdades existem pk hà pessoas k ñ sabem viver numa sociedade e ter pensamentos de igualdade perante 2sexos diferentes mas com direitos iguais!!!!
    bjo


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