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A luta pela despenalização da interrupção voluntária da gravidez (IVG) conta com mais um aliado: o movimento “Jovens pelo Sim”, apresentado publicamente no dia 6 de Dezembro, em Lisboa.
Reunindo mandatárias/os das mais diversas áreas da sociedade portuguesa (desportistas, estudantes, artistas e activistas), o movimento refuta um quadro legislativo que se limita a “condenar todos os anos milhares de mulheres a um caminho de clandestinidade”. Este percurso trilhado à margem da lei não só as expõe “à humilhação pública e à devassa das suas vidas privadas”, como também desemboca na fragilização da sua saúde física e psíquica ou até na morte.Os “Jovens pelo Sim” consideram a actual lei incapaz de pôr fim aos sucessivos abortos clandestinos, pelo que sustentam a adopção de uma “visão integrada da saúde sexual e reprodutiva” da mulher, eficaz na resposta aos problemas que conduzem à interrupção de uma gravidez indesejada.

“Sendo impossível assegurar a infalibilidade dos meios de contracepção, a possibilidade de interromper uma gravidez em condições de segurança e no quadro da legalidade, em estabelecimentos de saúde devidamente autorizados, é uma exigência de saúde pública”, lê-se no manifesto do movimento.

“Cientes de que a actual lei afecta de um modo muito particular a juventude portuguesa”, as/os participantes no movimento acreditam que a resposta para estes problemas reside, em parte, nas/os jovens. Assim, é principalmente a elas/es que dirigem o infatigável apelo: ao voto no SIM, pela despenalização do IVG.

Anabela Santos
AnabelaMoreiraSantos@sapo.pt
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One Comment

  1. Porque voto NÃO:

    Sou contra o aborto e contra a despenalização (mas contra penas estúpidas de prisão) porque:

    1º. As ciências não são unânimes na definição do conceito “VIDA” apesar de o intuir e de a estudar.
    (se alguém souber do contrário agradeço que mo diga)
    Dessa forma a ciência tem difculdade em ter uma posição objectiva e universalista sobre a interrupção da geração de uma VIDA.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Vida

    2º. Não existe um conceito único e também universal para o conceito “SAUDE”.

    O conceito varia de acordo com algumas implicações legais, sociais e econômicas dos estados de saúde e doença.
    O mais aceite é o da Organização mundial de Sáude que diz :
    “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença.”.
    Separa o “mental” (imaterial) do “físico” (material).

    3º Conclui-se através de um estudo cientifico que “Abortos voluntários podem resultar em traumas psicológicos que levam pelo menos cinco anos para serem superados” http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2005/12/051212_abortoms.shtml
    As causas mais profundas desconhecem-se pois estão no âmbito das questões de indole mental (espiritual) que a ciência ainda pouco conhece.

    4. A Ciência Médica está em processo de mudança de paradigma no que concerne à profundidade das questões de índole espiritual.
    (ex. mudança de paradigma: inclusão recente no Código Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde -CID 10 – no ponto F44.3- “Estados de transe e possessão”… http://www.datasus.gov.br/cid10/webhelp/f44.htm).

    5º O homem é constituido por Corpo (material) e Espirito (imaterial) e que muito pouco conhece sobre si mesmo.

    6º A Ciência Moderna ainda não me deu resposta como se processa a fusão da Mente (espirito) com o Físico (matéria).

    7º Parece-me lógico aceitar a probabilidade (por mais reduzida que seja) que essa fusão se inicie no momento da fecundação com a consequente multiplicação das células.

    8º Adicionalmente desconheço as consequências que podem advir pela minha contribuição, ainda que indirecta, para a interrupção desse processo (aborto).

    9º A minha mente (espirito) intui-me a racionalizar de acordo com as teorias de probabilidades pelo que meramente do ponto de vista racional (teoria das probabilidades de Pascal) opto por não contribuir ainda que indirectamente para a promoção legal do aborto já que essa decisção me colocará num campo de probabilidade cujas consequencias desconheço mas que me podem afectar negativamente.

    10 º Os médicos fazerm o juramento de Hipocrates que diz
    “(…)não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva(…)
    http://www.gineco.com.br/jura.htm


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