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Enquanto os direitos das mulheres forem negados, em qualquer parte do mundo, não haverá justiça nem paz. Reconhecer a igualdade de direitos das mulheres é, por isso, um requisito essencial para a criação de sociedades fortes, sustentáveis e estáveis, e garantir que as mulheres usufruam de igualdade de respeito pelos homens em todas as áreas da vida é um passo chave para fazer com que os Direitos Humanos sejam uma realidade universal”.
[Shirin Ebadi, galardoada com o Prémio Nobel da Paz 2003, e Irene Khan, secretária-geral de Amnistia Internacional]
O caminho é longo e agreste, mas não é inalcançável. Neste ou num outro tempo, a ‘Igualdade de Género’ será conseguida.
Uns dizem que já existe em muitas sociedades e que a luta não se faz com tanta premência. Outros descrêem na sua plena possibilidade de concretização. Outros ainda, como eu, vêem a luta inacabada e, ao sabor de alguma insensatez, acreditam na sua vencibilidade.É certo que se evoluiu muitíssimo na conquista dos direitos das mulheres nas últimas décadas. Porém, esta evolução fica muito aquém das fronteiras da Equidade. Basta atentarmos nas afirmações mais inocentes e nos gestos mais básicos para constatarmos o quão longe estamos de uma efectiva Igualdade e Respeito mútuo.

Que o 98º Dia Internacional da Mulher nos desperte para a problemática perpetuada pelas crenças na hegemonia masculina – a ‘Desigualdade de Género’.

Anabela Santos
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