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“A Sida é uma doença diferente das restantes, porque é um problema social, de direitos humanos e económico. Atinge os jovens adultos no momento em que estes deviam começar a contribuir para o desenvolvimento económico, atingir o crescimento intelectual e educar as suas crianças”

(Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon)
Hoje, dia 1 de Dezembro, regista-se o “Dia Mundial da Luta contra a SIDA”. A ideia lançada para atenuar este fenómeno designa-se de “Stop Sida” , verificando-se que, a mesma, enumerou que em cada minuto que passa, morrem quatro mil pessoas infectadas pelo VIH, ou, de outra maneira, mais de cinco mil e setecentas pessoas por dia, de acordo com a ONU. No entanto, as contribuições das últimas estimativas apontam para um aumento considerável do número de portadores da SIDA, em cerca de seis mil e oitocentas pessoas, diariamente (agência da ONU).
Na verdade, para combater esta problemática, contagiosa e grave é fulcrante a actuação das políticas públicas e da sociedade civil, no sentido da sensibilização, prevenção e encaminhamento de todos os que correm o risco de serem infectados. O “Mal da Indiferença” solicita, deste modo, todos os jovens, em idade média e adulta, a usarem preservativo durante as relações sexuais e a não trocarem seringas, pois as agulhadas ao estarem contaminadas fazem com que o risco seja nulo, dado que a probabilidade de contágio é percentuada em cerca de cem por cento. Assim, a SIDA não é um problema que diz respeito, apenas, aos toxicodependentes, mas a a toda a Sociedade Civil – é urgente quebrar este mito.
Com efeito, em Portugal, foram contabilizadas mais de trinta e duas mil pessoas, infectadas com o vírus da SIDA; não obstante uma grande maioria, das mesmas, não ter encontrado nenhum tipo de sintoma antes de conhecerem, na primeira pessoa, a doença. Para além disso, de acordo com a OMS, a doença afectou, nos últimos tempos, à volta de trinta e três milhões de pessoas, a nível mundial.
Ora, Portugal ocupa o quarto lugar na Europa Ocidental com mais casos de infecções do VIH, segundo o Relatório de 2006 das Nações Unidas – “Entre as 32.205 pessoas com HIV registadas em Portugal, 43,8 por cento já apresentavam sida, o que representa um total acumulado de 14.110 até ao final de Setembro”.
De facto, ser portador do vírus VIH não se traduz, necessariamente, no porte da doença da SIDA, mas a mesma surge quando o vírus se conjuga com uma doença de cáracter infecciosa, como por exemplo, tumor, pneumonia, tuberculose, ou outra.
Ora, a doença tem aumentado, na realidade, nos casais heterossexuais, afectando, maioritariamente, as mulheres.
Em suma, o problema desta doença está ligado à derrota dos tempos no combate à mesma, pelo que a responsabilidade na prevenção, sensibilização e encaminhamento é, inteiramente, de todos!
Ana Ferreira
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