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O grupo ‘Women Living Under Muslim Laws’ (WLUML) lançou a campanha “Stop Killing and Stoning Women”, com o propósito de denunciar o uso da religião, cultura e tradição como desculpas para a violência contra a mulher. 

O apedrejamento até à morte por adultério é aceite no Afeganistão, Irão, Nigéria, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão e Estados Emirados Unidos.  As mulheres constituem a maioria dos condenados à morte por apedrejamento devido às leis e costumes discriminatórios. Além disso, são vulneráveis a ameaças como o crime de honra, isto é, actos de extrema violência, geralmente homicídio, perpetrados por membros de uma família contra uma mulher do mesmo núcleo por considerarem o seu comportamento imoral.

De acordo com a UNFPA, cinco mil mulheres são vítimas do crime de honra todos os anos. Os países com maior incidência são Bangladesh, Brasil, Equador, Egipto, Índia, Israel, Itália, Jordânia, Marrocos, Paquistão, Suécia, Turquia, Uganda e Reino Unido.    

Mais informações sobre a campanha, AQUI!

Anabela Santos

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