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O crime de tráfico humano insufla crescentemente nas sociedades hodiernas a despeito de o reforço das campanhas e instrumentos legislativos neutralizantes do fenómeno.

Mulheres, homens e crianças entram num círculo turvo de subjugação, exploração e terror.
Tudo começa com o processo de recrutamento das vítimas, no qual um angariador ludibria a vítima com falsas promessas de emprego. Ansiando novas conquistas e oportunidades além fronteiras, as vítimas acabam por partir para uma viagem, desconhecendo a sua pungência e irreversibilidade. Qualquer ímpeto de revolta ou desejo de libertação das vítimas é imediatamente travado com violência, ameaça e chantagem. Sem saída, as vítimas submetem-se às determinações das máfias ou redes de tráfico. São escravizadas, coisificadas, exploradas, violentadas, subnutridas, desdenhadas. E não, esta não é uma visão sensacionalista!

Com o advento e generalização da Internet, as máfias viram o processo de recrutamento das vítimas facilitado. Oferta de emprego e de experiências no estrangeiro, salas de conversação, fóruns, mails, sites de encontros, agências de casamentos e espaços de publicidade favorecem de recrutamento de vítimas. Os angariadores têm uma margem de actuação mais alargada, anónima, segura e menos exposta. As potenciais vítimas, por seu turno, são mais facilmente influenciadas e estão menos despertas para as perversas intenções que podem subjazer nas entranhas da Internet.

Mais informações sobre o recrutamento na Internet para tráfico, neste interessantíssimo ESTUDO do Conselho da Europa.

Anabela Santos

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