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Uma abordagem cinematográfica do tráfico humano chegou finalmente à televisão portuguesa. A TVI emite, hoje, o segundo episódio da mini-série norte-americana “Human Trafficking”, de 2005. A história centra-se nos destinos de quatro personagens: uma jovem de 16 anos da Ucrânia, uma mãe solteira da Rússia, uma órfã de 17 anos da Roménia e uma turista adolescente americana de 12 anos. Todas elas estão inevitavelmente ligadas, todas elas são vítimas de tráfico humano.

A agente do Serviço de Imigração e Controlo da Alfandega (ICE), Kate Morozov, perscruta os meandros do tráfico humano em Nova York, tentando desmantelar a rede que opera na Rússia, sob a liderança de Sergei Karpovich.
Com Mira Sorvino, Donald Sutherland, Rémy Girard, Robert Carlyle.

Dura, pungente e realista, “Human Trafficking” é uma série que vale a pena ver, rever e reflectir!

Anabela Santos

3 Comments


  1. Obrigado.. Info agradável…

    Se Você Precisar de UM Blog, Tente Olhar “Leoxa.com”
    (Os Temas São Tão Atraentes)

  2. Infelizmente não soube disto atempadamente. Devo confessar também que mesmo que soubesse de avanço que iriam transmitir a série, não estou certa de que fosse vê-la. Lido muito mal com este tipo de programas porque apesar de se tratar só de uma série, nós sabemos que aquelas mulheres ali retratadas são reais e ninguém conhece ao certo o número (precisamente, a série mostra pessoas e não números) de pessoas (recordemo-nos que as vitimas de tráfico humano não são só mulheres) vítimas de tal barbárie.
    Acho o vosso blog notável, sobretudo, pelas denúncias que faz e, também, pela informação que presta nos vossos reflectidos posts.
    Gostaria de vos dar os parabéns pelo blog (em constante actualização) e dizer qe me sinto lisonjeada por o “sem bikini” figurar na vossa lista de links.
    As mais cordiais saudações femininas,

    Condessa X

  3. Cara Condessa X,

    Agradeço a sua visita e o comentário que teceu acerca d’ O Mal da Indiferença.

    Em relação à mini-série “Tráfico Humano”, devo confessar-lhe que também não lidei muito bem com a sua carga emocional! O retrato “nu e cru” deste fenómeno fere o olhar e inquieta o pensamento. No entanto, fiquei satisfeita com o facto de a TVI emitir a mini-série, sobretudo numa época em que a mediatização deste tipo de monstruosidades é diminuta.

    Bjs
    Anabela S.


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