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A repressão contra as ciberfeministas iranianas agudiza-se crescentemente.

Em Março, três mulheres foram condenadas a seis meses de prisão: Nasrin Afzali, Nahid Jafari e Marzieh Mortazi, colaboradoras do “Changement pour l’égalité” e “Feminist School“.

Recentemente, a redactora do portal feminista ‘Changement pour l’égalité’, Parvin Ardalan, foi condenada a dois anos de prisão com pena suspensa por “conluiar e desobedecer às ordens da polícia com a intenção de ameaçar a segurança nacional”.

Em 2006, Parvin Ardalan foi a julgamento por ter participado numa manifestação, em Teerão, reivindicando a alteração das leis discriminatórias iranianas que subalternizam a mulher. Em Março de 2007, recebeu o prémio Olaf Palme 2007 pela sua militância pelos direitos das mulheres. 

A defesa dos direitos humanos está sob constante ameaça. Sites, blogues e fóruns são frequentemente bloqueados, publicações censuradas e os autores detidos. Nem as incomensuráveis potencialidades do ciberespaço são suficientes para contornar o controlo, despotismo e censura.

De acordo com os Repórteres sem Fronteiras, o Irão é o país do Médio Oriente que exerce maior repressão sobre os ciberjornalistas e bloggers, sendo um dos maiores predadores da liberdade de imprensa.

Anabela Santos

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