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Category Archives: Iniciativas

A União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) – núcleo de Braga apresenta a 1ªedição do Ciclo de Cinema Feminista, que decorre nos dias 13 e 27 de Novembro e 11 de Dezembro de 2008. Cada sessão tem início às 21h:30.

A iniciativa visa fomentar a discussão, a reflexão e o intercâmbio de ideias sobre questões que inquietam os feminismos. Por isso, incorpora debates sobre as temáticas retratadas na tela, a saber: a homoparentalidade, aborto e arte.

13|Nov.|08
If these walls could talk II (2000)

Interpretação: Vanessa Redgrave, Cloë Sevigny, Michelle Williams, Sharon Stone e Ellen DeGeneres
Argumento: Jane Anderson, Sylvia Sichel e Alex Sichel
Realização: Jane Anderson, Martha Coolidge e Anne Heche
Produção: Mary Kane

Comentador/Convidado UMAR: Jorge Gato, investigador da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto

27|Nov.|08
Vera Drake (2004)

Interpretação: Imelda Staunton, Richard Graham, Eddie Marsan, Anna Keaveney, Alex Kelly, Daniel Mays e Phil Davis
Argumento: Mike Leigh
Realização: Mike Leigh
Produção: Simon Channing-Williams

Comentadores/Convidados UMAR: Jorge Salgado, médico
Margarida Vilarinho, professora e formadora na área da educação para a saúde

11|Dez.|08
Frida (2002)

Interpretação: Salma Hayek, Alfred Molina, Antonio Banderas, Valeria Golino, Ashley Judd, Mía Maestro, Edward Norton, Geoffrey Rush e Roger Rees
Argumento: Clancy Sigal, Diane Lake, Gregory Nava, Anna Thomas
Realização: Julie Taymor
Produção: Sarah Green, Salma Hayek, Jay Polstein

Comentadora/Convidada UMAR: Ana Gabriela Macedo, docente do Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho

Ver: http://umarbraga.wordpress.com/ 

Nos dias 2 e 3 de Julho do presente mês realizou-se no Centro de Congressos de Santa Maria da Feira – Europarque, uma conferência de veneração aos 10 anos ( 1998-2008 ) de trabalho interventivo e preventivo do PETI (Programa para Prevenção e Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil).

Nesta conferência participaram intervenientes, alguns deles de “alto gabarito”, com o objectivo de confrontarem o trabalho de menores com a gravidade de um problema de ordem pública ou social. Efectivamente, esta forma de exploração, manipulação e submissão dos mais novos, por parte de dominantes e quem dos menores faz uso e abuso apresenta nefastas consequências no desenvolvimento físico, psíquico, social e moral de uma criança.

Diversos oradores, entre eles a ex-directora do PETI Drª Catalina Pestana, mostraram os efeitos positivos de campanhas contra a eliminação do trabalho infantil, sublinhando a mobilidade interventiva do PETI. Além disso, o trabalho parcelar, que exige uma “boa gestão democrática” – na voz do Doutor Hermano Carmo, entre este programa e a Inspecção do Trabalho Infantil têm vindo a juntar esforços, no sentido de exercerem, activamente, um contributo necessário para a promulgação dos direitos de uma criança.

Entre palavras de força, conquista, desafio e oportunidade, os protagonistas lançaram no final do debate a ideia de que o PETI auxiliou o percurso de mudança, em matéria de inclusão de menor, num sistema social tão atrofiado e caracterizado por uma criminalidade crescente. Assim, a escola ideal não é uma noção utópica, dado que na prática é possível conciliar uma série de políticas activas de combate ao trabalho infantil. De todo o modo, é imprescindível integrar e restaurar um conjunto de políticas que levem à eliminação do trabalho infantil doméstico, não-doméstico, não remunerado, forçado ou escravo, à peça, marginal, trabalho conjugado com frequência escolar, por conta de outrém ou por conta da família (perspectiva micro, de auto-subsistência). Contudo, determinados factores ou princípios inibem a exploração do trabalho infantil como a liberdade sindical, a igualdade de oportunidades e a promoção do diálogo intercultural, estando este último centrado na hodiernidade.

A globalização, para além de dar a conhecer novos mundos ao Mundo, certo é que apresenta desvantagens como a sobrecontratação que garante, por exemplo, em África novos modos ou meios de sobrevivência e, em Portugal, como em outros cantos do Mundo, modernas formas de consumo, que resultam do trabalho explorado, como delas faz uso a marca de vestuário e calçado “Zara”.

A conferência teve o seu término com o rasto que o PETI trouxe, ou seja, como programa de boas e elogiadas práticas. Tipificando o seu estudo em quatro ramos categóricos como o observatório social (valor acrescentado ao problema medido por meio de estatísticas, inquéritos, eventos, notícias, literatura cinzenta e publicações), o laboratório social (experimentação de novas práticas. Por exemplo, realização de parcerias democráticas com outras entidades), a sedimentação de práticas e experiências em rotinas eficientes (rasgo técnico e administrativo) e o rasto normativo das políticas, o Doutor Hermano Carmo, doutorado em Ciências da Educação frisou a consciência social e colectiva em relação ao PETI que se traduziu teórica e eticamente.

O PETI teve, ainda, a gentileza de oferecer aos seus convidados um livro, realizado ao longo destes dez anos de trabalho, abordando as mais diversas contribuições académicas, institucionais e políticas, neste domínio concreto.

Ana Ferreira

No âmbito da promoção do Congresso Feminista 2008, a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) convida todas e todos a assistir ao lançamento do livro “Gostar de mim, gostar de ti”, dia 14 de Junho, às 18h, no estaleiro cultural da Velha-a-Branca (Braga). Da autoria de Maria José Magalhães, Ana Paula Canotilho e Elisabete Brasil, esta publicação consiste num “guia teórico e metodológico para educadores/as, docentes, técnicos/as, assim como encarregados/as de educação, que trabalham directamente com crianças e jovens na prevenção da violência contra as mulheres no seio da família e/ou nas relações de intimidade”. A apresentação de “Gostar de mim, gostar de ti” será conduzida pela representante da UMAR Braga, Carla Cerqueira, e pela docente no Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho, Isabel Carvalho da Torre Viana, contando ainda com a presença das autoras Maria José Magalhães e Ana Paula Canotilho.

Mas as iniciativas não terminam aqui! Às 21h:15, a UMAR faz do estaleiro da Velha-a-Branca a sua sala de cinema, exibindo “O sorriso de Mona Lisa”. Com as participações de Julia Roberts, Kirsten Dunst, Julia Stiles e Marcia Gay Harden, o filme conta a história de uma professora de História da Arte que, inconformada com o conservadorismo vigente na década de 50, tenta incutir nas suas alunas um novo olhar sobre a vida.

Após a exibição de “O sorriso de Mona Lisa”, a UMAR propõe um debate em torno do status feminino na sociedade do século XXI, estabelecendo paralelismos e contrastes com a realidade retratada no filme. O debate será moderado pela representante da UMAR Braga, Danielle Capella.

O Congresso Feminista 2008 decorre nos dias 26, 27 e 28 de Junho, em Lisboa.

Ver:
http://umarbraga.wordpress.com/
http://www.congressofeminista2008.org/

Anabela Santos

Walk The World 2008

“Já vai na 6ª edição o “Walk the World” – “Marcha contra a Fome”, uma iniciativa surgida no âmbito de uma parceria entre o Programa Alimentar das Nações Unidas e a empresa TNT. Já se espalhou por mais de uma centena de países. Tem por objectivo minimizar as carências alimentares e educacionais das crianças de todo o mundo.

Uma tão nobre iniciativa merece o nosso apoio e participação. Como muito bem questionava o Papa João Paulo II na “Tertio Millennio Ineunte”: “Como é possível que ainda hoje, no nosso mundo, haja quem morra de fome?” É uma pergunta que bate no centro da avaliação final que a todos será feita: “Estava com fome… e destes-me (ou não) de comer…”

A data escolhida foi o dia 1 de Junho 2008 (Domingo). Haverá a Marcha e ao mesmo tempo a Corrida para quem o desejar.

No acto da inscrição no valor de 10€, destinados ao o Fundo Alimentar da ONU recebe-se uma t-shirt e um boné. Essa quantia é insignificante para algumas pessoas; para outros é impossível. Por isso quem puder que adopte a forma normal; quem não puder acompanhe a marcha sem t-shirt; o mais importante é dar um sinal de repúdio pela situação do nosso mundo, no qual em cada 6 segundos morre uma criança por causa da fome; no qual em cada dia morrem 14.000 crianças vítimas da fome.

A marcha começa na Torre de Belém, às 10h e termina nas Docas.

A partir daí a Cáritas Portuguesa organizará um segundo momento do evento, completamente autónomo em relação ao primeiro, mas dando-lhe o complemento preciso, porque mais profundo: caminharemos até ao local onde vamos celebrar a Eucaristia como sinal da entrega de Jesus a todos nós e como sinal de compromisso de uns com os outros. E, no final, em jeito de refeição fraterna, partilharemos a merenda (ligeira) que levarmos. Esperamos que no final possamos ter algo como um “Manifesto” para ser a quem for conveniente.

Procuremos juntar-nos ao que já está organizado. Se tal não existir, nada nos impede de nós mesmos organizarmos algum gesto que nos leve a tomar consciência das situações de injustiça e, ao mesmo tempo, procurar algum compromisso na linha da justiça tanto para os que estão longe como para os que estão perto. E, porque é o Dia da Criança, que boa oportunidade para ajudá-las a “ver”, a “sentir” e a “fazer” alguma pequena coisa com vista a um mundo melhor!

José de Frias Gomes
Caritas Diocesana de Lisboa
Presidente da Direcção”

Fonte:                                                              http://www.agencia.ecclesia.pt/ecclesiaout/caritas/imprimir.asp?noticiaid=1733

  
 

“O homem é a fada do lar”

Em Itália, a discriminação no mercado de trabalho é uma realidade ainda proeminente, que se incorpora dos “estereótipos de género”. Em média, as italianas ocupam cinco horas por dia com as actividades domésticas enquanto os homens cerca de uma hora e meia. Tendo de conciliar a profissão com as tarefas do lar, as mulheres vêem reduzidas as possibilidades de apostar na sua carreira. Além disso, existe o “glass ceiling”, um limite invisível que as impede de ascender profissionalmente na pirâmide do mercado de trabalho, colocando-as em posições subalternas.       

A associação Arcidonna lançou o projecto ‘Laboratorio di Pari Opportunità: pratiche per il superamento degli stereotipi’ com o propósito de erradicar os “estereótipos de género” dos seus principais berços: família, escola, empresas e media.

Para mais informações, passa por AQUI!

Anabela Santos

Os feminismos impregnaram a cidade de Braga e, em particular, a Universidade do Minho. Exposição de materiais atinentes aos direitos humanos e feminismos, uma performance sobre o corpo feminino e debates sobre temáticas diversificadas repletaram a Semana Pedagógica (14-18 de Abril) da academia minhota.

Organizado pela União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), este conjunto de actividades surpreendeu pela espontaneidade, vigor e dinamismo. Favoreceu o intercâmbio de opiniões e experiências, granjeou novos apoiantes e difundiu pelos corredores da universidade o ser, pensar e agir feministas.

DIA1: No primeiro debate “Mulheres Invisíveis?”, Marta Gonçalves (APAV) e Ana Marciano (UMAR) traçaram a dimensão da violência doméstica em Portugal e colocaram a tónica nos obstáculos burocráticos que obstam a celeridade do sistema judicial. Para Ana Marciano, “o tempo dos tribunais não é o tempo das pessoas” e nem sempre respondem atempadamente às necessidades das vítimas. Os objectivos principais da APAV e UMAR convergem num único sentido: colocar a vítima de violência doméstica em segurança e reintegrá-la na sociedade, impedindo a reprodução do contexto de violência. 

DIA 2: O debate “Sexo e Dinheiro” reuniu Inês Fontinha (O Ninho) e Manuel Carlos Silva (Universidade do Minho) em torno de uma temática: prostituição. Apologista do sistema abolicionista, Inês Fontinha destacou que a entrada das mulheres no meio prostitucional é sempre condicionada por factores de ordem económica. No seu entender, a erradicação da prostituição é possível e o Estado não pode legitimar a compra do corpo feminino. Pela voz da regulamentação, Manuel Carlos Silva acredita que a erradicação desta actividade não é possível no quadro de uma sociedade capitalista. Por isso, vê no sistema regulador a melhor solução para melhorar a saúde pública e romper com a estigmatização dos actores do meio. Ambos os intervenientes foram unânimes ao defender a integridade das prostitutas no exercício da maternidade.

DIA 3: De manhã, Ana Gabriela Macedo (Universidade do Minho) falou de “arte e feminismos”. Na sua intervenção, centrou-se na relação das mulheres com o seu corpo, detendo-se nas práticas de des-identificação e de empoderamento presentes na arte feminista. De tarde, as atenções dirigiram-se para o debate “Feminismos e Média”. Zara Pinto Coelho (Universidade do Minho) enfatizou que a feminização da produção mediática não se reflectiu numa mudança da imagem feminina no discurso jornalístico. Na sua opinião, é fundamental a introdução de uma perspectiva feminista nos currículos universitários. Silvana Mota Ribeiro, por seu turno, destacou que as mulheres aparecem nas revistas femininas como uma superfície estética, havendo uma espécie de apologia da mulher bela, magra e jovem. Manuel Pinto deteve-se na análise do agenda-setting, que determina o que é noticiado, e do framing do jornalista.

DIA 4: O debate “Nem menos, nem mais: direitos iguais” centrou-se na homossexualidade e transsexualidade. Ana Brandão (Universidade do Minho) salientou a necessidade de abolir as práticas discriminatórias em relação a homossexuais, nomeadamente no que respeita à concessão de direitos da família. Luísa Reis (Grupo de Reflexão e Intervenção sobre Transsexualidade) expôs a distinção entre ‘identidade de género’ e ‘orientação sexual’ e sustentou que não existem apenas dois sexos – H e M –, mas uma grande diversidade. Deteve-se ainda nos obstáculos no acesso ao mercado de trabalho e nas dificuldades legais. Frederico Lemos (Grupo de Reflexão e Intervenção do Porto) mostrou que existem 75 países que consideram a homossexualidade crime e nomeou como suas principais reivindicações os direitos de adopção e de casamento em Portugal.     

DIA 5: A semana fecha com o debate “Aborto e Saúde reprodutiva: o que mudou um ano depois?”. Cândida Carlos (Centro de Saúde de Vila Verde) destacou que ainda prevalecem imensos mitos e deturpações no que concerne à sexualidade. Helena Gonçalves (UMAR) mostrou que é importante desenvolver programas de prevenção de modo a esclarecer educandos e educadores sobre as DST.

Anabela Santos

Materiais facultados por: Carla Cerqueira 

UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta
Semana Pedagógica UMAR – AAUM

Em cooperação com a Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) marca presença na Semana Pedagógica da UMinho, que se realiza de 14 a 18 de Abril, no campus de Gualtar. Exposição de materiais atinentes aos direitos humanos, feminismos e associativismo, performances e debates são as propostas da organização.
Esta iniciativa surge no âmbito da promoção do Congresso Feminista 2008, que decorrerá nos dias 26, 27 e 28 de Junho, em Lisboa.

Programa:

14 de Abril|16:00hs
Mulheres “violentáveis”?!
Violência doméstica em debate

Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV)
Marta Gonçalves

Amnistia internacional
José Luis Gomes*

União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR)
Ana Marciano

Moderação
Sylvie Oliveira | Mestranda em Ciências da Comunicação na UMinho

15 de Abril|14:30hs
Sexo e Dinheiro: a prostituição em debate
Debate sobre a regulamentação da prostituição

O Ninho
Inês Fontinha

Departamento de Sociologia da UMinho
Manuel Carlos Silva

UMAR
Maria José Magalhães

Moderação
Almerindo Janela Afonso

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É de congratular a organização por este tipo de iniciativas. Evidentemente, que mulheres desta natureza são alvo de um enorme sofrimento e de mutilações múltiplas. Este projecto visou a recuperação da integridade humana da mulher Angolana, auxiliando, também, ao ajustamento da auto-estima da mulher, alvo de ferimentos nas minas. De acordo com a coordenadora da Comissão de Desminagem de Angola, a componente estética está presente em todas as mulheres, independentemente da sua origem social e ‘condição laboral’. A mesma consciencializa a comunidade envolvente, advertindo que os mais poderosos economicamente deveriam atentar no valor de estas mulheres. De outra maneira, a condição de género, a origem social, a etnia, a crença religiosa, ideológica e outras, não são o impedimento para a valorização do que é “louvável”.

Mais ainda…

Organização: Comissão Nacional Inter-sectorial de Desminagem e Assistência Humanitária
Dia: 2 de Abril
Local: “Hotel Trópico” (Luanda)
Iniciativa: Eleição da “Miss Sobrevivente das Minas” (Miss Landmine Survivor)
Votação do público: http://www.miss-landmine.org/

Ana Ferreira

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O Movimento Democrático de Mulheres (MDM) está a organizar a Concentração pela Paz, uma iniciativa que, sob o lema “Ocupantes fora do Iraque”, pretende assinalar os 5 anos da invasão e ocupação do país.  O MDM marcará presença no evento com uma intervenção sobre as mulheres e a guerra. Contam-se, ainda, as participações da CGTP-IN, CPPC, TMI e EcoloJovem.

A concentração pela Paz “Ocupantes fora do Iraque” decorrerá dia 29 de Março, às 16 h, em Lisboa. Participa!

Anabela Santos

Sinopse:
A parir de textos de Adélia Prado, Adília Lopes, Ana Hatherly, Ana Luísa Amaral, Elisa Lucinda, Natália Correia e Marina Colasanti, nasce um espectáculo teatral híbrido que se assume como uma fusão de elementos poéticos, plásticos e musicais.
Sendo um tributo às poetisas e à poesia em língua portuguesa, as diversas faces destas vozes femininas são cultivadas no diálogo de um processo criativo onde se cruzam também diferentes linguagens artísticas. Teatro, música, artes plásticas, vídeo e animação fundem-se e mesclam-se na busca de uma linguagem própria e de uma dramaturgia musical que privilegia a expressividade do corpo, do gesto e do movimento.
Os poemas, mais do que palavras, sugerem imagens, histórias, mundos imaginários, intimidades e utopias.
O espectáculo estrutura-se numa linha temporal que se divide em quatro grandes “idades da mulher”: a infância – o estrear da voz, os jogos, as sombras e a imaginação; a juventude – o despertar da sensualidade, o amor, a experimentação do feminino; a idade adulta – transformação, reflexão, a passagem do tempo; e a velhice – despojamento, morte e o desvanecer do corpo.

Preço Simples: 10 euros
Preço de Grupo: [> ou = 10 pessoas] 7 euros
Promoção “Elas em família – 3G”: três bilhetes pelo preço de dois para as famílias em que três gerações de mulheres (avó, mãe e filha) apareçam na bilheteira.Bilhetes à venda no Mundial;
Em http://www.ticketline.sapo.pt/
Agencias Abreu; Agência Alvalade; Abep; FNAC; Plateia
Reservas pelo 213574089 (Mundial) ou 707 235 234 (Ticketline)
Próxima Estação _ proximaestacao@gmail.com

Espectáculo integrado no Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos